domingo, 15 de abril de 2012

Resto


Perdi a poesia, mas não faz mal
O sofrimento nunca perde o sentido
Quando estava cantando
Ouviste a canção de meu espírito
Pelo pouco que respondeu
Pensei que seria eterno
Liberdade do espírito é como surdez
Que se adquire na infância
Não canto em seu ritmo
Ritmo eu nunca tive
Nem mesmo cantar eu sei
Mas suspiro mentiras
Quem pode dizer o que é certo?
Se sentir sempre parece falso
O riso não me faz sentido
Nem mesmo chorar
Mas pouco me resta

quinta-feira, 12 de abril de 2012

O belo e o gosto

Será que existem valores ontológicos do belo e do gosto possiveis de serem conhecidos pela natureza e pela razão, e definiveis a partir de principios objetivos? Eu não creio que existam valores ontológicos do belo, nem do gosto, creio que essas questões se definem pessoalmente, por afinidade. Porém, quais valores definem a afinidade pessoal? Ou seja, o gosto me parece ser mais uma questão do "ser em sí" de cada sugeito, e não meramente um constructo cultural. Mas como isso se dá? Existem valores objetivos sobre os gostos de cada sujeito? É possivel conhece-los? Como?

domingo, 11 de março de 2012

Jesus

Se você pensar em Jesus, ignorar todas as teologias, todas as igrejas, tudo que se pensa e acredita sobre ele, pensar só Jesus, a palavra que fica é amor, aí sim, faz algum sentido, de resto...pff...Nada de salvação da alma, nada de seguir isso ou aquilo, nada de acreditar em uma coisa ou outra! Somente amor, justiça e liberdade...