sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Jesus, belo e sublime


Jesus é pura e simples poesia. O belo e sublime que pode nos elevar ao impulso lúdico e à liberdade no fenômeno, a saber, à vida. Qualquer polarização dessas potências nos levará ao equivoco e minimalização ôntica da verdade que ele pode representar.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Sons

Quantos gritos foram dados ao silencio apenas ouvir?
Blasfemando ao choro d’água sem de nós sentido ter!
Injustiça ao vento seco esperança dorme cedo
Glória e graça que te tenha passa a noite sem sossego

Homem velho seco e estranho no silencio não diz nada
Choro tosco risonho e pronto que saudade nunca mata
Lamuriando todas as vidas que já foram sem falar
Espero o justo canto da voz doce não tarde escutar

sábado, 24 de novembro de 2012

Desejo de nada

Quando de não saber comportar-se
E a vergonha de nada serve
Mesmo a razão não o justifica
Nem mesmo a caverna útil é
Pois não nos esconde de nós mesmos
O vazio sentido se transforma
Em mais puro desejo de nada ser