Nesse momento não sinto vibrando no ar a cor da esperança,
Porém, ainda vivente, tento fazê-la vibrar no ritmo do batuque do coração.
Ainda vivo, o Som que não sei se mais ouço, e tão pouco o que significa
Impele-me a buscar nele a trágica e sublime esperança
Sincera e perdida no apogeu da angustia do acaso e incerteza
Na experiência e sabedoria que só do sofrimento o advento é possível
No desejo de que as desventuras descontroladas preparam para o pior
Que pela frente não se sabe o que e de onde vem
Por pouco e suspiro que falta
Das lagrimas presas na garganta seca
Nos versos sem rima e não em forma de prosa
Nas palavras simples e perdidas sem sentido
Sem narrativa complexa e mesmo sem a beleza da poesia
Esperança quero ter, enquanto bater o coração.
segunda-feira, 31 de março de 2014
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Louvor ao Derrotado
Ah,
como é bom
Duvido de Jesus como a um amigo
Questiono Deus como de fato a um pai
Ah, liberdade
O rejeito como a um amor desejado
E me afasto sem medo da saudade
Olha esse amor!
Não tenho receio nem mesmo em odiá-lo!
Mas, aos escravos da suspeita razão
Aos pretensiosos à verdade
Que pena há entre esses
Que amedrontados não conhecem
A alegria que é não precisar ser
Pois livre de toda necessidade nos fez
O desconhecido e presente
Som que toca a todos
Principalmente aos ditos surdos
Pois o amor emanado na equivoca criação
Não julga nem pede nada
Ou apenas que a vontade não seja um rito
A certeza não exista
E o ser se desprenda
Como o fez aquele
Que decidiu perder tudo
Para que ninguém precisasse vencer.
Duvido de Jesus como a um amigo
Questiono Deus como de fato a um pai
Ah, liberdade
O rejeito como a um amor desejado
E me afasto sem medo da saudade
Olha esse amor!
Não tenho receio nem mesmo em odiá-lo!
Mas, aos escravos da suspeita razão
Aos pretensiosos à verdade
Que pena há entre esses
Que amedrontados não conhecem
A alegria que é não precisar ser
Pois livre de toda necessidade nos fez
O desconhecido e presente
Som que toca a todos
Principalmente aos ditos surdos
Pois o amor emanado na equivoca criação
Não julga nem pede nada
Ou apenas que a vontade não seja um rito
A certeza não exista
E o ser se desprenda
Como o fez aquele
Que decidiu perder tudo
Para que ninguém precisasse vencer.
sábado, 11 de janeiro de 2014
Queria
Queria ter fé
Queria acreditar
Queria sentir
Ou até mesmo querer ouvir
Mas não
Não resta nada
A não ser o nada que resta
Pois queria ter
E ter não mais tenho que
Pois não sinto o que sentia
E por fim
Findo é
O que
Talvez
Nunca foi
E se foi
Talvez
Não é mais
Mas eu queria
Queria ter fé
Queria sentir
E assim por diante
Queria acreditar
Queria sentir
Ou até mesmo querer ouvir
Mas não
Não resta nada
A não ser o nada que resta
Pois queria ter
E ter não mais tenho que
Pois não sinto o que sentia
E por fim
Findo é
O que
Talvez
Nunca foi
E se foi
Talvez
Não é mais
Mas eu queria
Queria ter fé
Queria sentir
E assim por diante
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